Santorini foi a ilha grega que escolhemos para visitar. A Grécia tem inúmeras ilhas mas infelizmente o dinheiro e também o tempo nos fez ter de optar somente por uma. Gostaríamos de ter ido a Mikonos, que é a ilha das festas, mas quem sabe numa próxima.
Depois de mais uma viagem de navio, chegamos a Santorini no dia 10 de agosto as 6:30 da manhã. Uma dica: em Atenas procurem pesquisar os preços das viagens em várias empresas, tínhamos desconto de 30% na blue star mas conseguimos mais barato ainda na Anek lines (€30 a ida e €24 a volta). Pegamos um ônibus no porto que nos levaria até Perívolos onde ficava nosso hotel (€2 a ida, não se deixe enganar pelos escritórios de informação que tem no porto pois eles tentam vender a €5). Sabíamos que o fato de estar chegando muito cedo ao hotel seria motivo de espera, o check in é normalmente depois do meio dia, o que não sabíamos é que seríamos mal atendidos já na chegada. A mulher que ficava na recepção só falava grego e estava muito mal humorada, ficou lá resmungando e falando “popopopo”, ficamos sabendo mais tarde que ela é chamada de louca pelos hóspedes eheheheh. Depois de não entendermos bulhufas do que ela falava, ficamos lá sentados na beira da piscina e então fomos atendidos pelo “sideshow Bob” (sabem o ajudante do Krusty nos Simpsons que tentou matar o Bart? O cara é igual, até os cabelos ele tinha ahahahaha). Deixamos nossas bagagens no hotel e fomos passear na praia que ficava a 5 minutos de distância. A praia leva o nome de “Black-sand beach” porque a areia dela é de origem vulcânica então é preta (cinza na verdade), mas a água é muito clarinha. Se hospedar em uma ilha grega no verão é sinônimo de gasto, a comida não é muito barata e o hotel não se consegue por menos de €20 (por pessoa e por noite), porém indo ao supermercado e tendo geladeira no quarto fica mais fácil economizar um pouco. Aproveitamos a primeira noite e o segundo dia para descansarmos bastante e tomar cerveja grega (não era maravilhosa mas era boa).
Black Sand Beach
No terceiro dia pegamos um ônibus para conhecer a ilha. Uma ótima opção é alugar uma motinho ou um quadriciclo (€20 a moto e €25 o quadriciclo por 24 hs), infelizmente o pato não tinha levado a carteira de motorista dele e a minha venceu em junho... De qualquer forma o ônibus sai mais em conta (€2 por passeio). Santorini é famosa por ser a ilha que conhecemos nos postais, com aquelas casinhas brancas e azuis. Conhecemos Fira que é lindíssima e também Oia (se pronúncia Ia) que dizem ter o pôr do sol mais lindo do mundo (achamos lindo mesmo mas não sei se é o mais lindo, afinal um morro e um mar azulzinho ajuda a ser bonito né). Andamos bastante pelas ruazinhas cheias de lojinhas, cada coisa mais linda, mas infelizmente, só compramos um imã (um por lugar que vamos).

Igrejinha tradicional

As casinhas

"A" vista

Pôr do Sol de Oia
No quarto e último dia ficamos por Perívolos e Perissa (praia pertinho), curtimos a piscina do hotel, fomos a praia, comemos crepe (onde o dono achou estranho pedirmos crepe de chocolate com queijo, ele nunca tinha visto ehehehehe) e descansamos, afinal tínhamos que enfrentar 2 navios, um até Atenas e outro até a Itália... Amei Santorini, o lugar é aquilo tudo mesmo que a gente imagina quando pensa em ilha grega o único porém mesmo são os gregos, o povo é incrivelmente grosso. Achávamos que íamos ver pessoas falando alto e muito alegres... Ledo engano!
Voltando para Itália então, próximo destino: Nápoles.
Cheers,
Rach.
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