Como o pato está assistindo ao jogo do grêmio (blérgh), eu resolvi vir aqui postar algumas coisas sobre Dublin. Não poderia deixar de ser o primeiro lugar a ser comentado já que é onde estamos residindo no momento :)
Vou começar desde o princípio então, quando chegamos aqui, as nossas primeiras impressões da cidade, das pessoas, do sotaque ehehehehe.
Chegamos no dia 8 de fevereiro de 2009 um pouco depois das 13hs. Depois de uma viagem extremamente cansativa de 14 horas (13 de São Paulo a Amsterdan e + 1 até Dublin) na classe de pobre obviamente, onde os bancos são tão juntinhos que fica impossível dormir. Descemos do avião e fomos enfrentar a imigração. O "medo" da imigração só passa depois que tu estás longe do guichê pois ali o cara pode ser legal ou não... No meu caso o carinha tava lá com aquela cara de antipático dele. Quando ele olhou a minha carta da escola pela segunda vez eu pensei: "pronto, me ralei" aí resolvi puxar papo com ele (leia-se: jogar um charme ehehehehe) e falei que tava frio e que no Brasil era verão e bláblá, aí ele se arreganhou todo e eu passei rapidinho eheheheh. Porém, eu lá indo atrás das malas e o pato nada de aparecer, as nossas malas já tinham passado duas vezes na esteira e o pato continuava na imigração, eu só pensava: "e se ele não passar o que eu faço?" Felizmente um tempo depois eu enxergo ele e claro, começo a chorar...Apavorada! De qualquer forma ele me disse que não foi nada mas me contou da coitada da guria que estava no guichê próximo ao dele:
Ainda no aeroporto compramos um cartão telefônico e ligamos para as mamães. O cartão custou € 10 e até hoje ainda temos ele (esquecemos depois que compramos os chips pros celulares). Ligar daqui para o Brasil é baratinho, 9 centavos o minuto (se for pra celular é 15 centavos) e a menina do aeroporto foi super simpática e nos ensinou a ligar (pra quem não sabe 0055 + código da região '53 para pelotas por exemplo' + numero).
Saimos do aeroporto e pegamos um taxi direto para a casa de família, estávamos muito cansados para pegar um ônibus, até porque na verdade iríamos pegar 2 ônibus, um até o centro e outro até a casa de familia que era um pouco distante. No fim das contas o taxi não saiu tão caro, não pagamos nem €20, de bus pagaríamos €8 mas teríamos muito mais trabalho.
Chegamos na casa da nossa família que na verdade era composta somente por uma senhora, Angela, um amor de pessoa, foi atenciosa com a gente até o último dia.
O dia em que chegamos foi o dia mais frio, inclusive tinha parado de nevar um pouco antes de sairmos do avião. Depois deste dia não vimos mais neve :(
O nosso quarto era quentinho e super aconchegante. A Angela fez janta para nós, tomamos um banho e fomos direto pra cama, no outro dia já começariam as aulas...
O pato continua depois... Cheers!
Vou começar desde o princípio então, quando chegamos aqui, as nossas primeiras impressões da cidade, das pessoas, do sotaque ehehehehe.
Chegamos no dia 8 de fevereiro de 2009 um pouco depois das 13hs. Depois de uma viagem extremamente cansativa de 14 horas (13 de São Paulo a Amsterdan e + 1 até Dublin) na classe de pobre obviamente, onde os bancos são tão juntinhos que fica impossível dormir. Descemos do avião e fomos enfrentar a imigração. O "medo" da imigração só passa depois que tu estás longe do guichê pois ali o cara pode ser legal ou não... No meu caso o carinha tava lá com aquela cara de antipático dele. Quando ele olhou a minha carta da escola pela segunda vez eu pensei: "pronto, me ralei" aí resolvi puxar papo com ele (leia-se: jogar um charme ehehehehe) e falei que tava frio e que no Brasil era verão e bláblá, aí ele se arreganhou todo e eu passei rapidinho eheheheh. Porém, eu lá indo atrás das malas e o pato nada de aparecer, as nossas malas já tinham passado duas vezes na esteira e o pato continuava na imigração, eu só pensava: "e se ele não passar o que eu faço?" Felizmente um tempo depois eu enxergo ele e claro, começo a chorar...Apavorada! De qualquer forma ele me disse que não foi nada mas me contou da coitada da guria que estava no guichê próximo ao dele:
Cara da imigração: Why are you here?Agora imaginem "what a hard time" estava tendo esta guria, eu nem saberia o que dizer... Bom, mas continuando...
Menina: to study English.
Cara da imigração: Why?
Menina: Because in Brazil it is important to know English if you want to have a good job.
Cara da imigração: Says who?
Ainda no aeroporto compramos um cartão telefônico e ligamos para as mamães. O cartão custou € 10 e até hoje ainda temos ele (esquecemos depois que compramos os chips pros celulares). Ligar daqui para o Brasil é baratinho, 9 centavos o minuto (se for pra celular é 15 centavos) e a menina do aeroporto foi super simpática e nos ensinou a ligar (pra quem não sabe 0055 + código da região '53 para pelotas por exemplo' + numero).
Saimos do aeroporto e pegamos um taxi direto para a casa de família, estávamos muito cansados para pegar um ônibus, até porque na verdade iríamos pegar 2 ônibus, um até o centro e outro até a casa de familia que era um pouco distante. No fim das contas o taxi não saiu tão caro, não pagamos nem €20, de bus pagaríamos €8 mas teríamos muito mais trabalho.
Chegamos na casa da nossa família que na verdade era composta somente por uma senhora, Angela, um amor de pessoa, foi atenciosa com a gente até o último dia.
O dia em que chegamos foi o dia mais frio, inclusive tinha parado de nevar um pouco antes de sairmos do avião. Depois deste dia não vimos mais neve :(
O nosso quarto era quentinho e super aconchegante. A Angela fez janta para nós, tomamos um banho e fomos direto pra cama, no outro dia já começariam as aulas...
O pato continua depois... Cheers!



q belezaaaa
ResponderExcluir:D a Angela devia ser muito querida..
vou torcer pra ter uma foto nossa aí daqui uns dias falando de PARRIIII
bjs lindona
Luisa
Achei ela com uma carinha de Susan "Boyle" (eh assim!?)
ResponderExcluir=D
Beeijão Rach, to seguindo!!!